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História da Companhia de Seguros Bonança

companhia de seguros BonançaDecorria o dia 30 de Setembro de 1808 quando a companhia de seguros Bonança emitia a sua primeiríssima apólice, um marco absolutamente incontornável que não pode deixar de ser relembrado passados mais de dois séculos, dado que foi o momento fulcral que deu início a uma era e sem o qual não existiria o presente artigo.

Fundada por José Diogo de Bastos, a instituição cedo apostou na expansão, primeiro em território nacional e subsequentemente na internacionalização, sempre com o mesmo e imutável lema de procura da máxima proximidade com os clientes. Foi, aliás, por esse valor que desde o princípio da empresa os seus dirigentes e associados pautaram as respectivas actividades, factor que em muito terá contribuído para o sucesso alcançado no percurso já cumprido.

Embora nascida num período de assaz conturbação no país, em pleno auge do “Ultimato Napoleónico”, a Companhia de Seguros Bonança conseguiu vingar no sector, tornando-se uma das mais bem-sucedidas no panorama nacional dos produtos dirigidos a particulares, numa primeira etapa, complementada posteriormente com a “conquista” de um target de perfil empresarial. Foi neste âmbito profissional cooperativo que investiu fortemente no seguimento das boas quotas de tomadores de seguros no seio individual, aumentando assim consideravelmente o seu volume de negócios e, como resultado, as possibilidades de oferecer préstimos em condições excepcionais aos seus clientes.

 Crescimento sustentado estratégico

Apoiada numa sólida liderança e num plano de expansão enquadrado com a situação do país à data, a instituição idealizada (e concretizada) pelas mãos de José Diogo de Bastos não foi imune às convulsões sociais vividas em vários períodos da história da nação mas soube ultrapassá-las com uma resposta baseada no dinamismo da adaptação aos tempos, uma atitude que apenas as empresas na “linha da frente” do pioneirismo elegiam.

O slogan da entidade – “depois da tempestade vem a Bonança” – não era, por isso, um mero acaso de feliz coincidência com o popular ditado português, constituía a melhor descrição do trabalho de todos quantos estavam associados à empresa. E foi talvez esse lema um dos principais incentivos à união da própria seguradora com a Companhia União Comercial, uma fusão necessária pelas exigências do sector, no qual surgiu então, em 1855 e fruto de uma renovação, a União Comercial & Bonança.

A constante evolução da economia viria a impor mais alterações e pouco mais de um século depois da primeira aliança, concretamente em 1980, quatro vértices (Bonança, Comércio & Indústria, Ultramarina e União) agrupavam-se numa só denominação para se lançarem na Europa, Bonança, o mesmo nome mas com força consolidada. Volvidos 15 anos, o Grupo integrado BCP e Atlântico incorporava aquela no seu núcleo, a cinco anos da fusão definitiva com a Império, movimento que originou a instituição tal como a conhecemos hoje em dia, a Império Bonança.

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