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Razão de existência e utilidade dos Seguros

Depois do artigo sobre a importância dos seguros, importa agora abordar a utilidade dos seguros, pois nada melhor do que ter em mente estes conceitos na hora de contratar um seguro, nomeadamente a sua finalidade e por existem.

Na base da ideia da criação de  seguros está a possibilidade de ocorrência de sinistros, caso contrário não tinham razão de existir. Com a imprevisibilidade do futuro sobre acontecimentos que provocam danos são uma possibilidade sobre a qual não é possível  estarmos alheios, nem no momento nem no local. Procurou-se uma forma de fazer diminuir esses impactos nas vida das pessoas. Os seguros foram  e são a solução.

Como funcionam os seguros e da forma como foram idealizados resultam os seus benefícios. Pois os princípios em que os contratos de seguro podem ser vistos, recaiem sob várias perspectivas, nomeadamente: pela vertente da solidariedade, pela vertente social e pela vertente económica. Assim utilidade do seguro pode ser analisado nas suas várias vertentes:

Vertente da solidariedade

Dividir o risco por vários pessoas possibilita que a seguradora garante uma solução para alguém que tenha sido atingido por um dano, mediante a repartição dos prejuízos por um elevado número de pessoas, ajudando quem sofreu o dano.

Se os prejuízos derivados de um sinistro forem elevados, dificilmente poderiam ser suportados por um indivíduo. Mas quando divididos por um número alargado de pessoas, são suportáveis.

Nesta perspectiva a entidade seguradora funciona como elo de ligação na comunidade. Reúne um conjunto de pessoas para que contribuem para um fundo comum, que é utilizado para reparar/indemnizar/socorrer quem tenha um infortúnio.

Vertente social

O seguro é  uma associação de entidades  para o apoio de interesses de cada um. Existe assim uma mutualidade entre os intervenientes deste fundo. Mediante uma quota, cria-se um fundo comum, de onde são retiradas os valores destinadas ao pagamento dos prejuízos resultantes de sinistros de cada um. Todos contribuem mas só que necessita (condições estabelecidas) é socorrido através do fundo.

Como nunca se sabe quem dele necessitará já que assenta na imprevisibilidade de ocorrência dos acontecimentos que irão fazer accional o fundo constituído, todos beneficiam. Os prémios de seguro reflectem o capital necessário para a reparação dos sinistros em determinado período determinado através de estatísticas, normalmente 12 meses seguintes. Assim cobra-se dos tomadores do seguro o valor necessário para garantir a provisão dos capitais necessários a satisfazer todas as participações de ocorrências.

O tomador de seguro, através do pagamento do seu prémio, torna-se credor de uma prestação da seguradora,  que esta terá de satisfazer caso se verificarem as condições pré estabelecidas no contrato de seguro. Também denominada de contraprestação.

Vertente económica

Com um valor simbólico é possível garantir patrimónios de valor elevado. Já que o prémio de seguro é uma fracção do valor do bem. Também é gerador de confiança entre os intervenientes de negócios, pois salvaguardam os seus interesses de forma a que não sejam afectados por situações imprevisíveis.

O seguro funciona como estabilizador da actividade económica, como vimos por várias razões:

  • Facilita o acesso ao crédito
  • Fomenta as exportações
  • Moderação de riscos financeiros
  • Acautela o futuro, financeiramente

Segurar não é eliminar o risco, mas sim dividi-lo com outros. Poderá ser comparado à diversificação de investimentos, ao repartir a exposição fica mais protegido. Sem os seguros cada um teria de suportar a totalidade dos seus prejuízos.

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