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Seguros vistos à lupa, abordagem aos seguros

Seja para prevenir ou porque são obrigatórios, a verdade é que não podemos viver sem eles. Se temos automóvel a Lei impõe que façamos seguro de Responsabilidade Civil. Por Lei o trabalhador é igualmente obrigado a possuir seguro, seja ele a fazê-lo (Conta Própria) ou o empregador (Conta de Outrém). Por outro lado, e devido à actual crise, também somos incentivados a subscrever PPRs, não vá a Segurança Social falhar no futuro.

Além disso, o Sistema Nacional de Saúde ainda deixa muito a desejar, de modo que quem tem possibilidades económicas contrata um seguro de saúde. E há ainda os seguros de vida, acidentes pessoais, multirrisco, capitalização, responsabilidade civil… Enfim, os seguros estão sempre lá e parecem ter solução para tudo. Mas a realidade é um pouco diferente e ainda falta preencher algumas lacunas. Existe sempre alguém que quer um determinado seguro para o qual ainda não há apólice criada.No entanto as seguradoras estão cada vez mais a responder Às exigências do mercado e não tarda haverá seguros para tudo e mais alguma coisa.

Seguro – o que é?

Seja então como forma de prevenção ou por obrigação, já nos habituámos a lidar com os seguros na nossa vida. A verdade é que se forem bem feitos os seguros podem ser-nos bastante úteis. Mas o que é na verdade um seguro? Um contrato de seguro é um acordo celebrado entre duas partes: o segurado e o segurador. Este contrato visa ao segurador segurar um risco do segurado. Ou seja, partimos do princípio que pretendemos salvaguardar determinada situação pelo que contratamos com o segurador uma forma de o fazer, mediante o pagamento de uma verba definida pelo segurador e acordada entre ambas as partes.

Como em qualquer contrato, também num seguro pode haver renúncia de qualquer das partes. Essa renúncia pode ser feita ou porque estamos insatisfeitos com o contrato ou porque o mesmo já não serve os nossos propósitos. Por parte do segurado o contrato também pode ser anulado quer por motivos de excesso de sinistralidade, de não pagamento do prémio ou porque foram prestadas falsas declarações no momento da sua celebração.

Como anular o contrato?

Se pretende transferir a sua apólice de seguro para outra Companhia o ideal é fazê-lo no vencimento, ou seja, quando o seu seguro celebrar mais um ano de existência. Na apólice auto, por exemplo, terá de ter um motivo muito forte, como venda de veículo, para poder anular a meio do vencimento. De qualquer das formas para poder renunciar ao contrato terá sempre de o fazer por escrito através de um impresso próprio ou simplesmente de uma carta dirigida à Companhia.

Como pagar o seguro?

O pagamento do seguro pode ser feito todo de uma vez (pagamento anual) ou em fracções (semestral, trimestral ou mensal). Quanto maior for o fraccionamento mais agravado fica o prémio do seguro. No entanto, em seguros muito caros é mais vantajoso optar pelo pagamento fraccionado pois não custa tanto a pagar. Se é este o seu caso, escolha pagar através do banco pois evita esquecimentos e além disso há Companhias que atribuem um bom desconto se optar por este tipo de pagamento. O seguro fica mais barato e é mais cómodo para si.

Pondere bem as escolhas

No momento de celebrar um contrato de seguro esclareça todas as suas dúvidas. Peça informação acerca das coberturas contratadas, franquias e capitais. Analise preços e compare apólices. Lembre-se: às vezes o barato sai caro!

Os seguros fazem realmente parte da nossa vida. Não deixe que seja uma parte desagradável.

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